2021/02/28
(Vira e volta a) Saudade
2021/02/17
Comentário crítico ao conto «Bilhete com foguetão»
O conto «Bilhete com foguetão», de
Ondjaki, é um dos contos da obra Os da minha Rua.
A curta narrativa retrata a
história de um menino (o narrador) que vive momentos intensos de aflição e de
amor. Além disso, o conto também aborda a «vida» numa sala de aulas de uma
turma.
Numa linguagem simples e acessível,
somos transportados para aquela sala de aulas onde acompanhamos com carinho os
sentimentos do narrador. No entanto, deduzo que o conto está inacabado, pois
não revela a sensação de felicidade ou de tristeza de Petra ao receber a carta.
Este conto mostra-nos o valor de
estar apaixonado e da cumplicidade entre «amigos coloridos».
É importante referir que confirmei
as expetativas que tinha antes da leitura do texto, pois pensava que seria mesmo
sobre uma carta e que esta conteria um foguetão.
É desta forma, na minha opinião, uma história
fascinante, divertida, a qual consegue cativar em nós várias sensações:
felicidade (ao saber que o narrador gostava da Petra); emoção (ao saber que a
carta continha um foguetão); aflição (quando a Marisa ia entregar a carta à Petra,
mas já estava um pouco aberta); medo (que a Petra não gostasse da carta); surpresa
(quando o narrador descreve fisicamente a Petra); encanto (quando o narrador
comparou a pele da Petra a uma mousse de chocolate). Senti-me muito cativada
com a carta de amor do narrador.
Gostei muito mesmo do conto, pois
consigo comparar muitos dos acontecimentos do conto com a minha vida e
principalmente com o que acontece na minha turma.
No final do conto, aprendi que a
criatividade e o pensamento positivo podem levar à escrita de uma simples carta,
cheia de emoção…, às vezes as coisas mais simples são as mais complexas… logo, despertou
em mim o interesse de também escrever uma carta tão bela.
Recomendo a leitura a todos os que
gostam de histórias inacabadas para assim, poderem imaginar o que poderá
acontecer depois. É uma história romântica que mostra o que é estar apaixonado.
Jéssica Monteiro, n.º 9, 7.º C
2021/02/15
Biblioteca Escolar com novo espaço e equipamentos
A Biblioteca Escolar da EBS da Povoação (edifício da Escola Maria Isabel do Carmo Medeiros) encontra-se em mudança de espaço e de equipamentos, estando prevista a sua reabertura nos próximos dias.
Fica agora localizada no R/C do edifício escolar, permitindo um acesso mais fácil a toda a Comunidade Escolar, nomeadamente a pessoas com mobilidade reduzida, estando próxima dos restantes serviços da escola (Papelaria/ Reprografia, Serviços Administrativos, Centro de Recursos, Conselho Executivo, Gabinete Técnico de Informática e sala de Diretores de Turma).
Dotada agora de um espaço mais amplo, está a ser equipada com novas estantes, expositores, mobiliário e outros equipamentos para melhor receber quem a visita e a utiliza.
A obra de ampliação do novo espaço contou com o apoio da Câmara Municipal da Povoação.
A Biblioteca Escolar é acompanhada pela Rede Regional de Bibliotecas Escolares e conta com o apoio da Câmara Municipal da Povoação, parceiros essenciais no apoio técnico e na realização de atividades da e na Biblioteca, dentro e fora do seu espaço físico.
2021/01/13
Quando se fala em TPC’s, as opiniões dividem-se. Se, para os professores, estes são considerados um método útil, para os estudantes podem ser uma verdadeira tortura. Mas será que todos os alunos acham os trabalhos de casa desnecessários? A equipa do blog Rede de Palavras quis saber e recolheu os testemunhos de alguns discentes de 8.º ano da nossa escola.
É frequente, nos dias de hoje, vermos os adolescentes chegarem a casa com muitos trabalhos de casa. Contudo, não concordo com essa iniciativa de muitos educadores.
Por um lado, para os alunos que têm mais dificuldade, sempre é bom terem algo para treinar, mas não deveria ser obrigatório, porque muitos professores chateiam-se e os alunos não têm interesse no que está a ser falado na sala de aula ou mesmo na escola. Por exemplo, o professor poderia enviar por semana uma certa quantidade de exercícios e, se os estudantes quisessem, faziam-nos.
Por outro lado, não deveria haver trabalhos de casa, pois, ao fazê-los, gastamos algum tempo que poderia ser utilizado para fazer coisas produtivas. Por exemplo, muitos pais, enquanto fazemos os deveres, aproveitam para fazer o almoço ou o jantar, sendo que os poderíamos ajudar; podíamos também ir fazer exercício, ou sair com amigos. Também, quando chegamos a casa, queremos descansar, e, com os trabalhos de casa, ficamos preocupados sem saber se temos mais tarefas e acabamos por ficar ansiosos às vezes.
Em suma, não concordo com o excesso de deveres e nem com o facto de, habitualmente, serem obrigatórios. É fundamental os professores terem noção às vezes da quantidade e dos prazos que dão para os fazermos.
(Lara Rodrigues, n.º 7, 8.º1)
É
verdade que, nos dias de hoje, os alunos recebem vários trabalhos de casa. Na
minha opinião, os TPC são mesmo necessários, para uma melhor aprendizagem do
aluno.
Em
primeiro lugar, os trabalhos de casa servem às vezes para treinarmos melhor a
matéria que acabamos de dar ou verificar se temos alguma dúvida. Por exemplo,
nas aulas de Português, temos às vezes trabalhos de casa e, na maioria das
vezes, serve para tirarmos dúvidas.
Por
outro lado, discordo dos TPC serem necessários. Há vezes em que não temos tempo
para os fazer, por termos que estudar para os testes, por exemplo.
Concluindo,
concordo e discordo sobre os TPC serem necessários. Eles servem como
treinamento da matéria, mas também tira um pouco do nosso tempo para as outras
tarefas. É fundamental que os alunos não deixem de fazer os trabalhos de casa
quando os há.
(Maria Cordeiro, n.º 11, 8.º1)
Em
primeiro lugar, sim, os trabalhos de casa são mesmo necessários, pois, com
eles, os alunos podem aprender alguma coisa que não souberam durante a aula e,
até mesmo, estudarem para algum teste através dos trabalhos de casa.
Por
outro lado, os trabalhos de casa em excesso podem prejudicar muito o aluno,
pois, se ele não perceber uma determinada matéria e tiver outros trabalhos,
pode ficar muito confuso e não perceber o que fazer em todos os trabalhos de
casa. Tendo muitos trabalhos, o aluno fica sem tempo para fazer as suas
atividades de lazer e consequentemente pode perder a motivação de estudar e,
assim, obter maus resultados escolares.
Resumindo
e concluindo, os trabalhos de casa, sem serem em excesso são uma mais-valia
para os alunos.
(Filipe Bento, n.º 9, 8.º A)



