2026/01/30

Parlamento dos Jovens - Literacia Financeira: os jovens CONTAM!


A poupança é o caminho para os jovens 

Comissão Eleitoral 

Muitos jovens concluem o ensino básico sem adquirir noções essenciais sobre gestão de dinheiro e poupança. Essa falta de conhecimento pode ter consequências negativas no futuro. No âmbito do Parlamento dos Jovens, os estudantes do 3.º ciclo da Escola Básica 1,2,3/JI das Furnas dedicaram-se a este tema, refletindo sobre a importância da literacia financeira e tentando identificar os desafios ligados a uma gestão responsável do dinheiro. 

Logo no início do ano letivo de 2025/2026, e com o desafio proposto pela professora coordenadora, os alunos começaram a organizar-se através da criação de listas. A lista M, apelidada de “Lista McQueen”, acabou por ser a única apresentada, não havendo outras candidaturas para representar a escola. Apesar de se tratar de uma única lista, composta por dez alunos, o grupo demonstrou grande dedicação, espírito de equipa e capacidade de resposta rápida aos desafios relacionados com o tema. 

 

Campanha Eleitoral  

Entre os dias 6 e 10 de janeiro, os alunos começaram a campanha eleitoral, em que afixaram cartazes, divulgaram o tema e possíveis medidas para que os alunos da escola os votassem futuramente. A campanha decorreu em vários espaços da escola e despertou o interesse da comunidade escolar, promovendo o diálogo e a partilha de ideias. 

                                                                                                   

Eleições 

O dia 16 de janeiro foi o dia em que decorreu o ato eleitoral, entre as 8h30m e as 13h30m, na Biblioteca Escolar. Todos os alunos da escola, do 2º ciclo ao 3º ciclo, puderam exercer o seu direito ao voto. Após o encerramento da assembleia de voto, no final das votações, verificaram-se 61 votos no total:  54 votos para a lista e 7 votos em branco.  

Os resultados mostram que a maioria dos alunos da escola concorda que devemos falar mais sobre literacia financeira. Este resultado evidencia o interesse dos alunos por temas relacionados com a gestão do dinheiro, poupança e tomada de decisões financeiras conscientes desde cedo. 

 

 

Sessão Escolar 

No dia 20 de janeiro, realizou-se a última ação da 1.ª fase do Programa Parlamento dos Jovens na escola: a sessão escolar, em que se apresentaram três medidas, posteriormente debatidas entre os membros, tendo-se chegado a um consenso, através de votações. O debate contou ainda com a presença de um ex-aluno da escola, convidado, e que se encontra a estudar na Universidade dos Açores. Este, conduziu os trabalhos e apoiou os deputados na defesa das suas propostas.                                                                       

Após mais uma votação, foram eleitas deputadas efetivas as alunas Amélia Carreiro e Letícia Pimentel e, como deputado suplente, o aluno Gonçalo Cardoso. A sua escolha deveu-se ao facto de demonstrarem responsabilidade, espírito de liderança e uma forte capacidade de motivação junto dos colegas. Em suma, estas características evidenciam que possuem as competências necessárias para exercer o cargo de deputadas de forma responsável e exemplar. 

 Medidas tomadas 

A Lista M apresentou três medidas a implementar na escola. A primeira proposta consiste em tornar a literacia financeira obrigatória em algum momento do percurso escolar, abrangendo todos os ciclos e níveis de ensino. Esta medida poderia ser integrada no Plano Anual de Atividades da escola e nos conteúdos de algumas disciplinas, como por exemplo Matemática no 8.º ano, uma vez que muitos alunos terminam a escolaridade sem conhecimentos básicos sobre gestão do dinheiro e poupança. 

Outra medida apresentada prende-se com a criação de parcerias entre as escolas e instituições locais, como o ATL, com o objetivo de desenvolver materiais educativos, ações de sensibilização e jogos didáticos interativos.  

Por fim, foi proposta a criação de um blogue escolar, onde membros da comunidade educativa possam partilhar testemunhos, experiências e dicas de poupança. 

Tema proposto na sessão escolar para a edição do próximo ano 

 Finalmente, para se darem por concluídos os trabalhos da sessão escolar, foi sugerido o tema Inteligência artificial - o impacto no ensino e na aprendizagem, como proposta para ser abordado no próximo ano letivo.  

 

 

2026/01/22

8.ª Edição do Desafio Kahoot celebra os 50 anos da Autonomia dos Açores


Na tarde de dia 14 de janeiro de 2026 realizou-se a Fase de Escola da 8.ª Edição do Desafio Kahoot – Cultura Geral dos Açores, numa edição especialmente dedicada à celebração dos 50 anos da Autonomia dos Açores (1976–2026).

A iniciativa, que juntou alunos de todas as turmas do 3.º ciclo da Escola Básica e Secundária da Povoação, das Escolas Maria Isabel do Carmo Medeiros e da EB1,2,3/JI das Furnas, proporcionou uma tarde diferente, dinâmica e muito animada, marcada pelo entusiasmo, espírito de participação e pelo reforço do conhecimento sobre a história, a cultura e a identidade açorianas. Ao longo do desafio, os participantes testaram os seus saberes num ambiente de saudável competição, assinalando de forma simbólica e educativa esta data tão relevante para a Região Autónoma dos Açores.

No final da prova, Nuno Rocha, do 9.ºA, sagrou-se vencedor do desafio. O 2.º lugar foi conquistado por Henrique Narciso, também ele do 9.ºA, seguindo-se Alícia Fernandes, do 8.ºB, que alcançou o 3.º lugar.

A organização congratula todos os participantes pelo empenho demonstrado e destaca o sucesso desta edição comemorativa, que aliou aprendizagem, convívio e celebração de meio século de autonomia açoriana.


2026/01/05

Desenvolvimento Sustentável -Turmas 10º A e C

 No âmbito dos conteúdos da disciplina de Biologia e Geologia os alunos das turmas A e C do 10º ano comemoraram, no dia 24 de novembro, o Dia da Floresta Autóctone.






Cidadania e Desenvolvimento - 9º A - L' importance de la France pour les Droits Humains


 La France est un pays qui a eté pionier à l'application des Droits Humains.

Tout a commencé avec la Révolution Française et la devise Liberté , Égalité, Fraternité.

Constitution de la République Française 


La République Française est proclamée le 22 septembre 1792, à la suite de la Révolution Française commencée en 1789, qui met fin à la monarchie absolue. Cette transformation politique est le résultat de profondes crises sociales, économiques et politiques, ainsi que de l’influence des idées des Lumières, qui défendaient la liberté, l’égalité et la souveraineté du peuple.

Préambule de la Constitution

Le peuple français proclame solennellement son attachement aux droits de l’homme et aux principes de la souveraineté nationale, tels qu’ils sont définis par la Déclaration de 1789, confirmée et complétée par le Préambule de la Constitution de 1946, ainsi qu’aux droits et devoirs définis dans la Charte de l’environnement de 2004. 

Article 1er 

 La France est une République indivisible, laïque, démocratique et sociale. Elle assure l’égalité devant la loi de tous les citoyens sans distinction d’origine, de race ou de religion. Elle respecte toutes les croyances. Son organisation est décentralisée. 

 La loi favorise l’égal accès des femmes et des hommes aux mandats électoraux et fonctions électives, ainsi qu’aux responsabilités professionnelles et sociales. 

Article 2 

 La langue de la République est le français. 

 L’emblème national est le drapeau tricolore, bleu, blanc, rouge. 

 L’hymne national est La Marseillaise. 

 La devise de la République est : « Liberté, Égalité, Fraternité ». 

 Son principe est : gouvernement du peuple, par le peuple et pour le peuple. 

Article 3 

 La souveraineté nationale appartient au peuple, qui l’exerce par ses représentants et par la voie du référendum. 

 Aucune section du peuple ni aucun individu ne peut s’en attribuer l’exercice. 

 Le suffrage peut être direct ou indirect dans les conditions prévues par la Constitution. Il est toujours universel, égal et secret. 

 Sont électeurs, dans les conditions déterminées par la loi, tous les nationaux français majeurs des deux sexes, jouissant de leurs droits civils et politiques. 

La Déclaration Universelle des Droits Humains  

Adoptée le 10décembre 1948, à Paris, au Palais de Chaillot, par l’Assemblée Générale de l’Organisation des Nations Unies (ONU) reprend les principes de la Constitution Française.

Aujourd’hui, elle constitue un texte fondamental du droit international des droits de l’homme et inspire les constitutions et les lois de nombreux pays à travers le monde.

Les articles les plus importants de la Déclaration Universelle des droits de l’homme sont :

• Article 1 – Égalité et dignité

« Tous les êtres humains naissent libres et égaux en dignité et en droits. »

Fondement de toute la Déclaration.

• Article 2 – Non-discrimination

Tous les droits s’appliquent à chacun, sans distinction de race, sexe,

religion, origine, etc.

• Article 3 – Droit à la vie, à la liberté et à la sécurité

Protège les droits les plus fondamentaux : vivre, être libre et être en

sécurité.

• Article 18 – Liberté de pensée, de conscience et de religion

Défend la liberté intérieure et les croyances de chaque personne.

• Article 19 – Liberté d’opinion et d’expression

Droit d’exprimer ses idées et d’accéder librement à l’information, essentiel

pour toute société démocratique.



Médecins Sans Frontières (MSF)

C'est une organisation humanitaire internationale qui fournit une aide médicale dans les zones de guerre, lors d’épidémies, de catastrophes naturelles et dans des régions sans accès aux soins de santé.

Elle a été fondée en 1971, en France.

Le Groupe d’intervention médicale et chirurgicale en urgence (GMCU) est créé en 1971 par des médecins français qui avaient travaillé au Biafra, pour apporter leur aide et souligner l'importance des droits des victimes sur la neutralité. Dans le même temps, Raymond Borel (en), rédacteur en chef de la revue médicale française Tonus[5], lance un groupe appelé « Secours médical français »[6] en réponse au cyclone de Bhola de 1970, qui a tué au moins 300 000 personnes au Pakistan oriental (désormais le Bangladesh). Raymond Borel avait l'intention de recruter des médecins pour venir en aide aux victimes des catastrophes naturelles. Le 22 décembre 1971, les deux groupes de collègues fusionnent pour former Médecins sans frontières[7],[8].

Elle intervient dans des dizaines de pays.

Elle est indépendante, neutre et impartiale.

Elle travaille avec des médecins, des infirmiers et d’autres professionnels.

Elle installe des hôpitaux de campagne, soigne les malades, vaccine et lutte contre les épidémies.