Está patente no átrio da escola, teve início no dia 5 de fevereiro e termina no dia 18.
Saiba e veja mais aqui: https://pned.ipdj.gov.pt/campanha?titulo=exposi%C3%A7%C3%A3o-itinerante-move-te-por-valores
Está patente no átrio da escola, teve início no dia 5 de fevereiro e termina no dia 18.
No passado dia 3 do corrente mês, a nossa escola encheu-se de alegria, aromas doces e boa disposição. Com a participação entusiasta dos alunos, das turmas DOVA e 6.º PPB2, professores e auxiliares, foram confecionadas malassadas que rapidamente espalharam pela escola um verdadeiro cheirinho a Carnaval.
Entre mãos curiosas, sorrisos atentos e muita partilha, viveu-se um momento especial onde todos colaboraram e se divertiram. O resultado foi um delicioso lanche convívio, apreciado por todos, num ambiente de amizade e boa disposição.
Estes momentos são essenciais no dia a dia escolar, pois permitem desenvolver capacidades, fortalecer laços e promover o espírito de equipa, ao mesmo tempo que se partilham sabores, risos e gargalhadas. Foi, sem dúvida, uma experiência fantástica que mostrou que a escola também é um lugar de magia, união e felicidade.
O concurso “O Grande Quiz” foi um projeto de Cidadania e Desenvolvimento comum às turmas A, B e C do 11.º ano.
Os alunos pesquisaram e recolheram informações pertinentes relativas às dimensões Direitos Humanos, Democracia e Instituições Políticas, Desenvolvimento Sustentável, Literacia Financeira e Empreendedorismo e Pluralismo e Diversidade Cultural. Elaboraram cartazes, em formato digital e em cartolina, que foram divulgados pela comunidade escolar, na primeira semana de janeiro. Ainda nesta semana, teve lugar a 1.ª fase do concurso de cultura geral sobre as dimensões já referidas e foram selecionados os três melhores alunos por turma, que participaram na 2.ª fase. Nesta ronda final, realizada no início do 2.º Semestre, foram apurados os vencedores de cada ciclo de ensino.
Os discentes pediram a colaboração da Câmara Municipal da Povoação e do Celeiro da Terra para a atribuição de prémios aos vencedores e para a realização de um pequeno lanche com os finalistas do concurso. Os encarregados de educação também colaboraram na preparação do lanche.
As coordenadoras de Cidadania e Desenvolvimento e as turmas envolvidas agradecem a colaboração da CMP, do Celeiro da Terra e dos encarregados de educação.
No dia 29 de janeiro, na Biblioteca Escolar da EB 2,3/S Maria Isabel do Carmo Medeiros, o Grupo 330, em parceria com a Desliga – Associação de Promoção de Literacia Digital, dinamizou a Fase de Escola do Azores Quiz – Cultura Geral dos Açores: 50 Anos de Autonomia, envolvendo 27 alunos do Ensino Secundário, numa experiência interativa de aprendizagem e celebração da autonomia regional. O questionário assumiu a forma de um Kahoot e todas as questões foram apresentadas aos participantes em língua inglesa.
A sessão teve como principais objetivos:
• Sensibilizar os alunos para a importância histórica e política da autonomia dos Açores.
• Promover o conhecimento sobre datas, figuras e instituições-chave relacionadas com a Região Autónoma dos Açores.
• Reforçar a identidade regional e a educação para a cidadania junto dos alunos.
• Incentivar a aprendizagem ativa e interativa através de uma ferramenta digital baseada em questionários.
• Desenvolver competências de literacia digital através da utilização responsável de tecnologias educativas.
• Estimular o pensamento crítico e o trabalho em equipa num ambiente lúdico e motivador.
O facto de esta atividade ter sido desenvolvida no âmbito da disciplina de Inglês e de o questionário ter sido feito em língua inglesa procura promover:
• A aprendizagem da língua inglesa em contexto real, indo além das práticas tradicionais de sala de aula.
• Competências de compreensão, especialmente ligadas a temas atuais e culturais.
• A interdisciplinaridade, articulando o Inglês com outras áreas, como História, Geografia, Biologia ou Cidadania e Desenvolvimento.
• A confiança dos alunos na utilização do inglês, de forma prática, dinâmica e sem pressão académica.
• A literacia digital em língua estrangeira, preparando os alunos para ferramentas, conteúdos e ambientes digitais globais.
• A igualdade de oportunidades, uma vez que o inglês é a principal língua de acesso a informação, educação e mobilidade internacional.
A sessão terminou com o apuramento dos alunos Carlos Sousa, do 11.º C (3.º Lugar), David Couto, do 11º C (2.º Lugar) e Luís Barbosa, do 12ºA (1.º Lugar). Estes alunos representarão a nossa escola na Fase de Ilha, em março, em data a definir.
O Grupo 330 agradece a colaboração de todos os envolvidos - alunos participantes, funcionários da BE e técnico de Informática, bem como aos professores que, de alguma forma, contribuíram, motivando e permitindo que os alunos participassem nesta atividade durante o seu tempo de aula.
Comissão Eleitoral
Muitos jovens concluem o ensino básico sem adquirir noções essenciais sobre gestão de dinheiro e poupança. Essa falta de conhecimento pode ter consequências negativas no futuro. No âmbito do Parlamento dos Jovens, os estudantes do 3.º ciclo da Escola Básica 1,2,3/JI das Furnas dedicaram-se a este tema, refletindo sobre a importância da literacia financeira e tentando identificar os desafios ligados a uma gestão responsável do dinheiro.
Logo no início do ano letivo de 2025/2026, e com o desafio proposto pela professora coordenadora, os alunos começaram a organizar-se através da criação de listas. A lista M, apelidada de “Lista McQueen”, acabou por ser a única apresentada, não havendo outras candidaturas para representar a escola. Apesar de se tratar de uma única lista, composta por dez alunos, o grupo demonstrou grande dedicação, espírito de equipa e capacidade de resposta rápida aos desafios relacionados com o tema.
Campanha Eleitoral
Entre os dias 6 e 10 de janeiro, os alunos começaram a campanha eleitoral, em que afixaram cartazes, divulgaram o tema e possíveis medidas para que os alunos da escola os votassem futuramente. A campanha decorreu em vários espaços da escola e despertou o interesse da comunidade escolar, promovendo o diálogo e a partilha de ideias.
Eleições
O dia 16 de janeiro foi o dia em que decorreu o ato eleitoral, entre as 8h30m e as 13h30m, na Biblioteca Escolar. Todos os alunos da escola, do 2º ciclo ao 3º ciclo, puderam exercer o seu direito ao voto. Após o encerramento da assembleia de voto, no final das votações, verificaram-se 61 votos no total: 54 votos para a lista e 7 votos em branco.
Os resultados mostram que a maioria dos alunos da escola concorda que devemos falar mais sobre literacia financeira. Este resultado evidencia o interesse dos alunos por temas relacionados com a gestão do dinheiro, poupança e tomada de decisões financeiras conscientes desde cedo.
Sessão Escolar
No dia 20 de janeiro, realizou-se a última ação da 1.ª fase do Programa Parlamento dos Jovens na escola: a sessão escolar, em que se apresentaram três medidas, posteriormente debatidas entre os membros, tendo-se chegado a um consenso, através de votações. O debate contou ainda com a presença de um ex-aluno da escola, convidado, e que se encontra a estudar na Universidade dos Açores. Este, conduziu os trabalhos e apoiou os deputados na defesa das suas propostas.
Após mais uma votação, foram eleitas deputadas efetivas as alunas Amélia Carreiro e Letícia Pimentel e, como deputado suplente, o aluno Gonçalo Cardoso. A sua escolha deveu-se ao facto de demonstrarem responsabilidade, espírito de liderança e uma forte capacidade de motivação junto dos colegas. Em suma, estas características evidenciam que possuem as competências necessárias para exercer o cargo de deputadas de forma responsável e exemplar.
Medidas tomadas
A Lista M apresentou três medidas a implementar na escola. A primeira proposta consiste em tornar a literacia financeira obrigatória em algum momento do percurso escolar, abrangendo todos os ciclos e níveis de ensino. Esta medida poderia ser integrada no Plano Anual de Atividades da escola e nos conteúdos de algumas disciplinas, como por exemplo Matemática no 8.º ano, uma vez que muitos alunos terminam a escolaridade sem conhecimentos básicos sobre gestão do dinheiro e poupança.
Outra medida apresentada prende-se com a criação de parcerias entre as escolas e instituições locais, como o ATL, com o objetivo de desenvolver materiais educativos, ações de sensibilização e jogos didáticos interativos.
Por fim, foi proposta a criação de um blogue escolar, onde membros da comunidade educativa possam partilhar testemunhos, experiências e dicas de poupança.
Tema proposto na sessão escolar para a edição do próximo ano
Finalmente, para se darem por concluídos os trabalhos da sessão escolar, foi sugerido o tema Inteligência artificial - o impacto no ensino e na aprendizagem, como proposta para ser abordado no próximo ano letivo.
A iniciativa, que juntou alunos de todas as turmas do 3.º ciclo da Escola Básica e Secundária da Povoação, das Escolas Maria Isabel do Carmo Medeiros e da EB1,2,3/JI das Furnas, proporcionou uma tarde diferente, dinâmica e muito animada, marcada pelo entusiasmo, espírito de participação e pelo reforço do conhecimento sobre a história, a cultura e a identidade açorianas. Ao longo do desafio, os participantes testaram os seus saberes num ambiente de saudável competição, assinalando de forma simbólica e educativa esta data tão relevante para a Região Autónoma dos Açores.
No final da prova, Nuno Rocha, do 9.ºA, sagrou-se vencedor do desafio. O 2.º lugar foi conquistado por Henrique Narciso, também ele do 9.ºA, seguindo-se Alícia Fernandes, do 8.ºB, que alcançou o 3.º lugar.
A organização congratula todos os participantes pelo empenho demonstrado e destaca o sucesso desta edição comemorativa, que aliou aprendizagem, convívio e celebração de meio século de autonomia açoriana.
La France est un pays qui a eté pionier à l'application des Droits Humains.
Tout a commencé avec la Révolution Française et la devise Liberté , Égalité, Fraternité.
Constitution de la République Française
La République Française est proclamée le 22 septembre 1792, à la suite de la Révolution Française commencée en 1789, qui met fin à la monarchie absolue. Cette transformation politique est le résultat de profondes crises sociales, économiques et politiques, ainsi que de l’influence des idées des Lumières, qui défendaient la liberté, l’égalité et la souveraineté du peuple.
Préambule de la Constitution
Le peuple français proclame solennellement son attachement aux droits de l’homme et aux principes de la souveraineté nationale, tels qu’ils sont définis par la Déclaration de 1789, confirmée et complétée par le Préambule de la Constitution de 1946, ainsi qu’aux droits et devoirs définis dans la Charte de l’environnement de 2004.
Article 1er
La France est une République indivisible, laïque, démocratique et sociale. Elle assure l’égalité devant la loi de tous les citoyens sans distinction d’origine, de race ou de religion. Elle respecte toutes les croyances. Son organisation est décentralisée.
La loi favorise l’égal accès des femmes et des hommes aux mandats électoraux et fonctions électives, ainsi qu’aux responsabilités professionnelles et sociales.
Article 2
La langue de la République est le français.
L’emblème national est le drapeau tricolore, bleu, blanc, rouge.
L’hymne national est La Marseillaise.
La devise de la République est : « Liberté, Égalité, Fraternité ».
Son principe est : gouvernement du peuple, par le peuple et pour le peuple.
Article 3
La souveraineté nationale appartient au peuple, qui l’exerce par ses représentants et par la voie du référendum.
Aucune section du peuple ni aucun individu ne peut s’en attribuer l’exercice.
Le suffrage peut être direct ou indirect dans les conditions prévues par la Constitution. Il est toujours universel, égal et secret.
Sont électeurs, dans les conditions déterminées par la loi, tous les nationaux français majeurs des deux sexes, jouissant de leurs droits civils et politiques.
La Déclaration Universelle des Droits Humains
Adoptée le 10décembre 1948, à Paris, au Palais de Chaillot, par l’Assemblée Générale de l’Organisation des Nations Unies (ONU) reprend les principes de la Constitution Française.
Aujourd’hui, elle constitue un texte fondamental du droit international des droits de l’homme et inspire les constitutions et les lois de nombreux pays à travers le monde.
Les articles les plus importants de la Déclaration Universelle des droits de l’homme sont :
• Article 1 – Égalité et dignité
« Tous les êtres humains naissent libres et égaux en dignité et en droits. »
Fondement de toute la Déclaration.
• Article 2 – Non-discrimination
Tous les droits s’appliquent à chacun, sans distinction de race, sexe,
religion, origine, etc.
• Article 3 – Droit à la vie, à la liberté et à la sécurité
Protège les droits les plus fondamentaux : vivre, être libre et être en
sécurité.
• Article 18 – Liberté de pensée, de conscience et de religion
Défend la liberté intérieure et les croyances de chaque personne.
• Article 19 – Liberté d’opinion et d’expression
Droit d’exprimer ses idées et d’accéder librement à l’information, essentiel
pour toute société démocratique.
Médecins Sans Frontières (MSF)
C'est une organisation humanitaire internationale qui fournit une aide médicale dans les zones de guerre, lors d’épidémies, de catastrophes naturelles et dans des régions sans accès aux soins de santé.
Elle a été fondée en 1971, en France.
Le Groupe d’intervention médicale et chirurgicale en urgence (GMCU) est créé en 1971 par des médecins français qui avaient travaillé au Biafra, pour apporter leur aide et souligner l'importance des droits des victimes sur la neutralité. Dans le même temps, Raymond Borel (en), rédacteur en chef de la revue médicale française Tonus[5], lance un groupe appelé « Secours médical français »[6] en réponse au cyclone de Bhola de 1970, qui a tué au moins 300 000 personnes au Pakistan oriental (désormais le Bangladesh). Raymond Borel avait l'intention de recruter des médecins pour venir en aide aux victimes des catastrophes naturelles. Le 22 décembre 1971, les deux groupes de collègues fusionnent pour former Médecins sans frontières[7],[8].
Elle intervient dans des dizaines de pays.
Elle est indépendante, neutre et impartiale.
Elle travaille avec des médecins, des infirmiers et d’autres professionnels.
Elle installe des hôpitaux de campagne, soigne les malades, vaccine et lutte contre les épidémies.
La Constitution Américaine
La Constitution des États-Unis, rédigée en 1787, est la loi
suprême du pays et organise le fonctionnement du
gouvernement. Elle établit la séparation des pouvoirs en trois
branches : législative, exécutive et judiciaire, assurant l’équilibre
grâce au système de freins et contrepoids. Elle définit également
le fédéralisme, en partageant le pouvoir entre le gouvernement
fédéral et les États. Ses amendements, notamment le Bill of
Rights, garantissent des droits fondamentaux tels que la liberté
d’expression.
PRÉAMBULE
Nous, Peuple des États-Unis, en vue de former une Union plus parfaite, d'établir la
justice, de faire régner la paix intérieure, de pourvoir à la défense commune, de
développer le bien-être général et d 'assurer les bienfaits de la liberté à nous-mêmes
et à notre postérité, nous décrétons et établissons cette Constitution pour les États
Unis d'Amérique.
ARTICLE PREMIER
Section 1. Tous les pouvoirs législatifs accordés par cette Constitution seront
attribués à un Congrès des États-Unis, qui sera composé d'un Sénat et d'une
Chambre des représentants.
La Constitution Portugaise de 1976
Origine et contexte historique:
La Constitution de la République Portugaise a été approuvée le 2 avril 1976 et est entrée
en vigueur le 25 avril 1976, deux ans après la Révolution des Œillets. Elle a marqué le
passage définitif vers un régime démocratique et pluraliste.
Préambule
Le Préambule rappelle que le Mouvement des Forces Armées a renversé la dictature,
rendant aux Portugais leurs droits et libertés fondamentaux. Il affirme l’engagement
envers la démocratie, l’indépendance nationale et la justice sociale.
Articles principaux
Article 1 – Définit le Portugal comme une République souveraine, fondée sur la
dignité de la personne humaine et la volonté populaire.
Article 2 – Établit que le Portugal est un État de droit démocratique, garantissant
le respect de la légalité et des droits fondamentaux.
Article 13 – Consacre le principe d’égalité, interdisant toute forme de
discrimination.
Constitutionnalisation
Avec la Constitution de 1976, le Portugal est devenu un système démocratique et semi
présidentiel, garantissant les droits fondamentaux et la souveraineté nationale.
La Statue de la Liberté
La Statue de la Liberté est le résultat d'une collaboration entre d'importantes figures françaises et américaines.
Figures Françaises :
• Édouard de Laboulaye : Historien et juriste qui a eu l'idée originale en 1865. Il a proposé le monument pour célébrer le centenaire de l'indépendance américaine et la fin de l'esclavage, renforçant ainsi les liens démocratiques entre les nations.
• Frédéric Auguste Bartholdi : Le sculpteur qui a donné forme à la statue. Il a voyagé aux États-Unis pour choisir le lieu (Liberty Island) et a supervisé toute la construction à Paris.
• Gustave Eiffel : Le célèbre ingénieur responsable de l'« armature » en fer et en acier. Sa structure innovante a permis au revêtement en cuivre de résister aux vents violents du port de New York.
Figures Américaines :
• Richard Morris Hunt : Architecte de renom qui a conçu le piédestal en pierre sur lequel repose la statue.
• Joseph Pulitzer : Le magnat u journalisme (propriétaire du journal The World). Lorsque le financement du piédestal a stagné, Pulitzer a lancé une campagne massive qui a permis de récolter plus de 100 000 dollars grâce à de petits dons de citoyens ordinaires, rendant ainsi le projet final possible.
• Emma Lazarus : Poétesse qui a écrit le célèbre sonnet « The New Colossus » pour aider à lever des fonds. Ses vers (« Donnez-moi vos fatigués, vos pauvres... ») ont été gravés plus tard sur une plaque de bronze à l'intérieur du piédestal, transformant la statue en un symbole d'accueil pour les immigrés.
La Statue de la Liberté a été achevée le 28 octobre 1886, en France, grâce à la collaboration de Français et d'Américains.
La Statue de la Liberté a été offerte aux Américains principalement pour commémorer le centenaire de l'indépendance des États-Unis et symboliser les idéaux partagés de liberté et de démocratie.